segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Stripper name

Para começar bem a semana, que tal descobrirmos o nosso nome de stripper
Imprescindível, certo? Também achei!


Posso já partilhar que o meu é Nude Pancake  

Vá lá, não me deixem aqui envergonhada e sozinha, contem os vossos ;)


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Este presente de Natal pode ser ;)

Ontem, enquanto fazia o zapping habitual, apanhei a Avenida Brasil e não consegui deixar de ver o episódio até ao fim por causa da enorme qualidade da história e da realização. Pfff... não foi nada por causa dele! Claro que não!! Por favor, se estou a dizer que não é porque é não!



 




De nada!! :) :) :)

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Fake croissant

Ontem estava com desejos de comer um croissant, mas como já estava em casa, não ia sair e de certeza não me ia pôr a fazê-los. Gosto muuuuuuuito dos brioches, não dos de massa folhada e os do Pingo Doce até são muito saborosos e têm uma textura ótima, mas como têm 154788 kcal e o desejo não era daqueles insuportáveis, não me fiz a vontade, toma para aprenderes! Decidi experimentar uma receita que já tinha imaginado que seria mais ou menos idêntica ao sabor que me apetecia. E não é que não ficou muito diferente, quer dizer, se tivesse um ao lado, talvez sentisse a diferença, mas foi ao encontro daquela vontade que tinha e de uma forma, incomparavelmente, mais saudável.

Então, bati 1 ovo, juntei 4 colheres de sopa de farinha, 1 colher de sobremesa de açúcar amarelo, 1 colher de café de fermento e o suficiente de leite para ter a consistência que queria, mas foi pouquinho. Fiz na máquina de waffles com as placas de grelhar, que é onde faço panquecas e tostas-mistas :p. Coloquei metade da mistura, fiambre e queijo e, depois, o resto por cima. É uma receita pequenina, mesmo indicado para um lanche ou pequeno-almoço. Apesar de parecer ter sido assassinado e não ter nada a ver com o formato do croissant, estava delicioso.




Sim, eu sei, que não morria por ter comido um a sério, mas ainda não é o momento. Julgo que o pessoal que anda a tentar manter-se na linha, entende... ou não... olha, eu entendo!! Só sei que me soube maravilhosamente e sem culpas, tá?!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

More Christmas, less gifts!

Eu aqui me confesso, sou o tipo de pessoa que tem uma folha de Excel dos presentes de Natal desde 1980 e troca o passo, vá não exageremos, mas desde 2004, é! E porquê? Porque tenho, tinha, 540 presentes para oferecer. E se por um lado gosto de fazer estas tabelas, por outro lado ajuda-me a não dar o mesmo aromatizador para a casa para a mesma pessoa pela terceira vez consecutiva e, simultaneamente, controlar os gastos. Posso contar que no ano de 2011, o pior, foi o drama, o horror, a tragédia, gastei 542,87€ em 37 prendas, sim, este valor todo! Pelo menos para mim, que não tenho filhos, é um exagero. Depois da bofetada que levei nesse Natal, ao ver os custos a acumularem-se, percebi que era tempo de mudar e a partir daí tentei sempre comprar presentes que também gostaria de receber, mas baratinhos.

A cada ano que passa, cada vez mais este consumismo de Natal me enerva, ter que comprar por obrigação, receber com um sorriso amarelo coisas que as pessoas compraram por obrigação para mim, o tempo e vida que se perde em lojas cheias de gente com o mesmo objetivo, enfim, chamem-me o que quiserem, mas não sou daquelas pessoas que só pensa em prendas e consegue ver o mágico que é desembrulhar uma surpresa. Quer dizer, já fui, mas já desembrulhei tantas que chega a um ponto que o encanto se perde e, principalmente, porque valorizo muito mais emoções, pessoas, momentos e alegrias. Ontem expressava esta opinião e ouço um "Que horror!" duma pessoa com uns 10 anos a mais do que eu e que tinha conhecido há 2 horas... perguntei-me, mais tarde, se teria perdido a criança em mim cedo demais, no meio de momentos menos bons que fui passando. Pois que é possível, talvez ela tenha ido para pastos mais verdes e profícuos, onde se possa manter assim, mas é o que sinto agora! De qualquer forma, valorizar coisas nunca foi algo que me tivesse assistido muito, portanto era uma questão de tempo até me tornar numa velha do Natal...

Chegámos a este Natal e já consegui eliminar todos os adultos da minha ListaPN, é o nome dela :p, neste momento são "só" 13 crianças/adolescentes! A verdade é que quando fui abordando o assunto com um "ando tão farta deste consumismo do Natal, já não tenho ideias para oferecer, o que achas de não trocarmos prendas?", a esmagadora maioria das pessoas respondeu "tal e qual, acho exatamente o mesmo, boa ideia!!", houve até uma que me atirou com um "podes crer, é uma seca!" lol. E também fui abordada no mesmo sentido, por isso sinto que é algo generalizado nas pessoas da minha geração, credo, geração faz-me sentir velha :(. Com isto não quero dizer que estrago o espírito ou a noite de Natal, que até é sempre em casa dos meus pais, das crianças da minha vida com um "não ligues a brinquedos e jogos, o que conta é teres paz", até porque me arrisco a ser atacada de forma letal... eles são tantos!! Não me importo nada de comprar para eles e adoro ver as suas reações a abrir os presentes e perceber como ficam felizes!

Anyway, com isto não quero dizer que não goste de receber presentes no aniversário, ok, para que fique claro, no aniversário pode ser, não há qualquer problema, sem limites, vale tudo!!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Chega de Natal, ok?!

Serei a única do mundo que ainda não suporta ouvir falar do Natal? Que ainda se enerva só por pensar que há presentes para comprar e receber? Não quero saber nada disso, não posso passar dezembro como um mês normal? Parece que não há maneira do espírito de Natal baixar em mim, tem vindo a piorar de ano para ano, confesso. E eu sei porquê, há muitas "coisas" que quero e ainda lhes sinto mais a falta nesta altura, chega a saber como um murro no estômago. 
Para piorar, esta história dos presentes cada vez tem menos significado para mim, há coisas que de facto precisamos e nos fazem um pouquinho mais confortáveis ou felizes, mas o resto são só coisas que só servem para aumentar a confusão. Se pudesse dizia a todos que não quero nada, mas depois há sempre as questões de comprar para X ou Y e não posso fazer como quero, que é algo que também não me agrada :p, mas vou tentar com algumas pessoas.

Sou a única, não é? Eu sabia...


segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Desafio #desculpasparasorrir *17 ou Paisagem

Estar aqui faz-me sempre feliz, a qualidade do sushi, a surpresa dos sabores, o ambiente, o espaço, a envolvência, a cidade...


Subenshi em Aveiro


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Irritações

Ainda são só 9 da manhã e já me apeteceu dizer umas quantas asneiras hoje. A ver como este dia está a correr não sei se tema o que mais poderá acontecer. Ora então:

1 - A água quente não ficou quente, apenas morna, e tive que tomar banho a correr e com aquela sensação desagradável de frio.

2 - Ao usá-los, deixei cair no chão todos os cremes.

3 - A tomar o pequeno-almoço sujei-me na camisola mesmo na frente.


E o pior de tudo é que tenho que estar aqui a trabalhar, só mostra que se se estivesse a fazer ponte e, portanto, a dormir, nada disto teria acontecido!!!


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

No more balança

Bom dia, bom dia, bom dia!!

Então, bom dia!! O fim de semana foi bom? Não?! Oh, então?! Deixa lá, isso passa. Estou muito contente, fiz uma descoberta deveras importante para a humanidade, mas preciso de confirmação. E o que descobri de tão interessante? Ora bem, modos que não precisamos mais da balança para saber o nosso peso, apenas uma fita métrica... A rapariga endoideceu de vez, pensam vocês, e vá que não estão muito longe da realidade, mas também é verdade a minha afirmação. Senão meçam a vossa cintura e venham cá contar, não o valor, mas se não é igual ao vosso peso logo pela manhã. Ok, ok, da primeira vez vão precisar da balança, mas depois podem parti-la, atirá-la para a lareira, jogá-la pela janela, pegar num martelo e… bem, estão a perceber a ideia. Atenção que é para medir na zona do umbigo e só testei em raparigas, mas os rapazes podem experimentar à vontade. Claro que não vai dar o peso exato ao grama, uma tolerância de 1,3759 kg é aceitável ;).

Vá, façam lá o sacrifício e amanhã pesem-se, tirem a medida e confirmem, ou não...     

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Manias

Esta minha mania de adiar fazer o... bem, como dizer... errr... hum... olha, o xixi (ou as urinas :p) quando estou aflitinha no fim do dia de trabalho, até chegar a casa, ainda um dia me vai levar a ficar fechada no elevador e ter que fazer mesmo ali, enquanto um rapaz giríssimo fica lá preso comigo. O que poderia ser o início de um bonito romance, vai ser só estúpido!


quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Talentos

Ainda não tinha contado aqui que interpretar a linguagem não verbal das pessoas é um dos meus inúmeros talentos :p. Este é mesmo real, muitas vezes partilho teorias e conclusões com os meus amigos, que primeiro estranham e dizem que sou maluca, mas na maioria das vezes, acabam por concordar comigo, mais tarde ou mais cedo.

Um exemplo claríssimo do meu dom é a minha análise a este anúncio a um top de desporto. É óbvio para mim o que a rapariga está a pensar... para vocês não?


BOLAS, ESQUECI-ME DE PÔR DESODORIZANTE HOJE!!


quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Ainda em choque com a eleição do Trump

Estou para mim que poderia ter concorrido um cão ou um palhaço, ah esperem, um palhaço concorreu, e que a Hillary teria perdido de igual forma, afinal é uma mulher e qualquer opção é melhor do que uma mulher. É verdade, podem acusar-me de reduzir os defeitos dela a este facto como justificação por ter perdido, não o estou a fazer, mas podem dizer que sim, mas não venham cá dizer que esse pormenor não influenciou, senão um tipo chauvinista, xenófobo e ignorante não teria ganhado as eleições.  

Percebe-se que ainda há um gigante caminho a percorrer até que as mulheres tenham as mesmas oportunidades e este teria sido um grande passo, mas afinal a única pessoa com reais qualificações para o cargo, não sendo perfeita, tal como nenhum candidato é, não foi eleita. Encaro como uma derrota para as mulheres e só consigo ouvir o refrão desta música:



And I don't feel fine, not at all...


sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Hein?!

Tenho um amigo que mora numa aldeia americana, bem escondida no meio da floresta, no estado do Texas. É tão antiga e esquecida pelo mundo atual que só existe um telefone fixo na pequena casa dos donos da venda da aldeia. Este amigo foi fazer um doutoramento para Austin e por lá se apaixonou e ficou. A mulher, a Claire, e ele, decidiram mudar radicalmente de contexto e quiseram experimentar não viver noutra cidade, mas sim noutro tempo. Encontraram uma casinha amorosa na aldeia e para lá se mudaram, pensando em ficar lá alguns anos e depois decidirem o que fazer. Ontem quis falar com ele, porque marquei finalmente a viagem aos Estados Unidos e gostaria tanto de estar com ele, mas ele nunca me deu o número de telefone. A única solução foi ligar para as informações da cidade mais próxima e perguntar:

- Poderia dizer-me qual o número de Reynolds?

O que me responderam?



quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Coisas estranhas que acontecem

Ontem, quando chegava a casa para o almoço, estava um carro com a traseira espetada contra um muro, tive pena de não ter tirado foto e quando regressei já não estava lá, mas era mais ou menos assim:



O carro estava desligado, com a portas fechadas e sem ninguém lá dentro. O meu primeiro pensamento foi "alguém bateu e fugiu", enfim, sim, fazia mesmo sentido, pffff, só que não!! Estavam algumas pessoas na rua e alguém sugeriu que o carro seria de uma casa acima, voluntariei-me a ir lá investigar. A senhora estava a sair de casa e, notoriamente, a questionar-se pelo carro a olhar para todo o lado, sem perceber... loooool, esta parte foi hilariante, o ar dela, priceless :p. Disse-lhe que o carro estava lá em baixo, no muro, e ela ficou incrédula a olhar para a situação; acalmei-a dizendo que nada de muito grave tinha acontecido :p.

Depois de desfeito o mistério, uma vez que o carro ficou mal travado e foi lentamente, rua abaixo até ser parado por um obstáculo, sim, bem devagar porque senão teria destruído muro e entrado na casa e não teria apenas uns riscos, pus-me a magicar nas hipóteses que poderiam ter tornado aquela situação num momento trágico. Poderia haver pessoas a caminhar na rua, como é habitual, outro carro poderia ter-se cruzado, as crianças da casa podiam estar a brincar perto do muro, como muitas vezes vejo, podia ter continuado a descer pela rua seguinte, passando por cruzamentos, onde teria muito mais velocidade e maior probabilidade de provocar maiores estragos, enfim, basta um pouco de imaginação.

Sim, sim, eu sei que nada aconteceu, mas é impossível não pensar na facilidade com que algo terrível poderia ter acontecido...

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Ultimamente

... a primeira coisa que penso no momento que me estou a levantar da cama é: queria tanto ficar contigo, espero que o dia passe num instante para voltarmos a estar juntas. Será geral ou sou só eu que tenho que começar a deitar-me cedo?

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Desafio #desculpasparasorrir *16 ou Acordar

Hoje acordei, como habitualmente, com o despertador, mas desta vez não me importei, tinha-me deitado cedo, dormi 8 horas e acordei tranquila e revigorada. Deixei-me estar na cama, quentinha e envolvente, "hoje não vou trabalhar", decidi. Liguei para a empresa e informei que não ia trabalhar. Voltei a enrolar-me no edredon e fiquei a magicar no que ia fazer para o pequeno almoço, "sim, uma panqueca de cacau e aveia, parece-me bem, coloco mel e uns gomos de laranja por cima et voilá", só a vontade de comer para me arrancar daquele pequeno paraíso.

Misturei os ingredientes sem pensar, já o faço de cor, aveia, cacau, sementes de chia e de linhaça e uma pitada de fermento. Juntei a bebida de soja e, enquanto o forno aquecia, deixei os ingredientes a ligarem-  -se lentamente, transformando-se numa mistura com mais corpo, 


Saboreei a massa húmida e ainda quente, saída do forno, e as laranjas de cor viva e doces da época, acompanhei com uma chávena de café cheia de espuma e a fumegar, enquanto olhava o dia lá fora a encher-se de sol e calor, "escolhi mesmo bem o dia para ficar em casa".

Pus-me a pensar no que ia fazer a seguir, "depois de um ristretto na varanda, uma corrida leve e solta, um banho longo e relaxante com aquele gel de banho novo com aroma de flor de laranjeira, preparo o almoço, vou aproveitar para fazer aqueles hambúrgueres de frango de raiz que ando para experimentar há séculos e depois logo se vê".

Entretanto, ouço o telemóvel a tocar e percebo que estou em frente ao monitor e são 9h e que não, não liguei a dizer que não vinha trabalhar... como se fosse capaz de dizer que não vinha só porque sim. Mais uma vez, acordei em cima da hora, tomei banho a correr e comi a panqueca, feita no dia anterior, enquanto o diabo esfrega um olho e vim a voar para aqui.

Aaaaaaaaah, mas foi tão relaxante sonhar com uma manhã assim!!

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Músicas anos 80 e 90 #6

E umas brasileiras, hã? Era boa, não era? Músicas!! Não eram umas raparigas, suas mentes depravadas. Aqui vão.




Awwwww, fico assim a ouvir o Sozinho... awww









segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Say what?! #27

E quando pedes a uma colega de uma amiga para te comprar umas sapatilhas numa loja do Porto com receio que esgotem, há uma série de trapalhadas para chegarem até ti e vais à mesma loja passado 1 mês e as sapatilhas estão lá 40€ mais baratas, isso é o quê, carai????