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sexta-feira, 22 de março de 2019

Auto-coaching

Bem, para já, defini duas metas em que preciso de trabalhar o meu auto-coaching, ou seja, questionar-me diariamente que atitudes, pensamentos e ações desenvolvi no sentido de alcançar os meus objetivos. E estes, podem ser tão simples como beber 2 litros de água por dia ou desafiar-me a entender e ser simpática para aquela colega que é... como definir... hum... talvez... parva, antipática e cria mau ambiente por onde circula. Ahhh ela tem muitos problemas desafios, deve ser isso!!

Bem, voltando ao foco, diria que são as pequenas metas alcançadas e repetidas no dia-a-dia que modificam a nossa estrutura de pensamento e ações de um modo sustentável, gosto mesmo desta palavra, SUSTENTÁVEL, é fofinha e poderosa, não é?! Já me estou a perder outra vez. Bom, os meus objetivos são questionar-me da seguinte forma: que raio fiz hoje e que raio posso fazer amanhã para:

- Ser mais saudável, tanto na vertente alimentação como na do exercício físico;

- Não fazer sala aos pensamentos que me deprimem, me deixam ansiosa, triste, revoltada, magoada, irritada, insegura, desiludida e sem esperança. Eu sei que eles existem e não vão desaparecer. Até vêm sem avisar, esses mal-educadões, mas ninguém me obriga a convidá-los a sentar, oferecer-lhes um chá e deixá-los vomitar todos os assuntos que se lembram, até quando aquela amiga foi sair à noite com aquele rapaz giro e não me convidou quando tínhamos 15 anos. Se não dou ouvidos a pessoas que não gostam de mim, por que diabos hei-de dar atenção a estes parvalhões. A bem da verdade, eles só continuam a voltar porque de alguma maneira gostam dos meus biscoitos, que é como quem diz, da atenção que lhes dou, portanto, a partir de agora, está tudo acabado entre nós, ouviram?! Sei que é difícil, mas vocês vão conseguir ultrapassar esta fase. Também sei que vão continuar a querer manter esta relação tóxica, mas para mim não dá, somos só conhecidos a partir de agora. Ah e não foi nada bom enquanto durou, vocês são muito fraquinhos enquanto companheiros, if you know what I mean... ('cause I don't :p).



quarta-feira, 20 de março de 2019

Coaching

Pronto! Decidi fazer alguma coisa diferente para criar o meu trilho, espero que consiga mudar ou ajustar o meu rumo profissional, e que, ao mesmo tempo a mudança se reflita na minha estrutura mental.

Não é que deteste o que faço, mas sinto-me saturada e sinto que poderia ser muito melhor profissional a trabalhar em algo que venha da alma. Teria que ser relacionado com pessoas, isso é certo. Já o sabia desde garota e agora, olhando para trás, julgo que devia ter insistido mais em ser psicóloga. O facto de ter começado a trabalhar logo que acabei o curso de Engenharia e de ter estado a subir degraus nesse percurso, fez-me distrair do facto de que não era o que me preenchia, que não era desta forma que iria ajudar a melhorar um pouquinho o mundo de alguém. Então, foi necessário passarem quase 20 anos para entender finalmente que não estou no lugar certo. E, neste momento, que estou a trabalhar e que não gostaria de desprezar toda a experiência acumulada, não sinto que voltar a estudar durante 5 anos e recomeçar do zero absoluto seja o caminho. 

A única forma que vejo, para já, de reunir a experiência que fui adquirindo com a minha capacidade inata de compreender o outro, de sentir empatia, foi iniciar o curso de Coach. Se vou realmente conseguir mudar o meu trajeto? Não sei! Se tenho dúvidas sobre a validade dos ensinamentos? Pois tenho! Há por aí muitos "coachs" espalhados sem qualquer experiência de vida e cujo único propósito é vender um produto sem agregarem qualquer valor a quem o compra. Para não falar daquele género que nos começa a tratar por "tu" para forçar e fingir um intimidade que simplesmente não existe, tipo não façam isso, ok?!

Apesar das dúvidas, não podia continuar sem mexer em nenhuma variável, tinha que por a roda a mexer e acreditar que mais lá para a frente vou conseguir traçar um caminho que me traga mais felicidade e com o qual possa também devolver ao mundo. Para reforçar a decisão, tenho ótimas referências da formadora, que tem mais do que formação e experiência em Gestão e Recursos Humanos em diversas organizações, o custo não foi muito elevado e o local/horários da formação são acessíveis, ou seja, fiquei sem desculpas.

Começou já esta semana e o grupo é super interessante, pessoas cheias de vivências em diferentes contextos, julgo que vai haver uma troca fantástica. Só espero não me tornar, temporariamente, naquela pessoa chatinha cheia de frases feitas. Espero melhorar enquanto pessoa mas sustentada numa base sólida, que a mudança seja genuína. Vou aproveitar o blogue para ir partilhando os pensamentos e experiências, para não mais tarde não me esquecer onde comecei e do trajeto.

De modos que aqui vou eu começar a Viagem!